Devaneios e Poetas
Intrínsecos.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
SERESTA DO SER
Serena
Serenata
Do
Sino
Que
Soou
Na madrugada
Madrugada
Serena
Emabalada
Pela serenata
Da badalada
Do sino
Que antes não tocava
Silêncio.
Silêncio sereno que ecoa
Nos becos do sentimento.
Nada de amor
De dor
Nada de ser.... sereno.
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